
Claudio Dantas ‘entra em guerra’ contra Gonet, Derrite e Moraes após afirmar que PF planejava operação contra Flávio Bolsonaro
O jornalista Claudio Dantas afirmou, em programa e em seu portal, que a Procuradoria-Geral da República barrou uma operação da Polícia Federal que teria como alvo o senador Flávio Bolsonaro. Segundo a reportagem, a ação envolveria 28 mandados de busca e apreensão e teria sido determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, com cumprimento previsto para quarta-feira, 22 de outubro. O caso investigaria suspeitas de lavagem de dinheiro e ligações do parlamentar com o advogado Willer Tomaz. O procurador-geral Paulo Gonet teria decidido não apoiar a ofensiva, com participação de Hindemburgo Chateaubriand e Carlos Fernando Mazzoco. A PF negou a existência de pedidos judiciais nesses termos e classificou a reportagem como farsa, e a PGR também negou pedidos da PF para expedir ou cumprir mandados. O portal manteve a denúncia e alegou sigilo constitucional da fonte e liberdade de imprensa.
Perguntas frequentes
O que Claudio Dantas afirmou sobre a Polícia Federal e Flávio Bolsonaro?
Claudio Dantas afirmou que a PGR impediu uma operação da Polícia Federal que teria como alvo o senador Flávio Bolsonaro, com 28 mandados de busca e apreensão previstos para 22 de outubro.
Quem é Flávio Bolsonaro?
Flávio Bolsonaro é senador pelo PL e seria o alvo central da suposta operação da Polícia Federal noticiada por Claudio Dantas.
Qual seria o objeto da investigação envolvendo Flávio Bolsonaro?
Segundo a reportagem, o inquérito apuraria suspeitas criminais graves, incluindo um possível esquema de lavagem de dinheiro e ligações do senador com o advogado Willer Tomaz.
Qual foi a participação de Alexandre de Moraes na suposta operação?
Conforme a reportagem de Claudio Dantas, o ministro do STF Alexandre de Moraes teria determinado a ofensiva em Brasília e conduziria o processo investigativo.
O que a Polícia Federal disse sobre a reportagem?
A Polícia Federal divulgou nota classificando a reportagem como farsa e negou a existência de solicitações judiciais nos termos descritos, além de negar qualquer operação programada para 22 de outubro.
Qual foi a posição da PGR sobre a suposta operação?
A Procuradoria-Geral da República negou que a PF tenha formulado pedidos para expedir ou cumprir os mandados mencionados na reportagem.
Quem decidiu não apoiar a ofensiva policial, segundo a reportagem?
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, teria conduzido a decisão de não apoiar a ofensiva, com participação do vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand e do chefe de gabinete Carlos Fernando Mazzoco.
O portal de Claudio Dantas recuou da denúncia após as negativas oficiais?
Não. O portal manteve a reportagem no ar, registrou as notas oficiais e alegou sigilo constitucional da fonte e liberdade de imprensa para justificar a manutenção da denúncia.
Quando a suposta operação estava prevista para ocorrer?
Segundo Claudio Dantas, a ofensiva policial estava programada para a última quarta-feira, 22 de outubro.
Qual contexto político foi citado na reportagem?
A reportagem mencionou que a suposta operação ocorreria às vésperas do segundo turno das eleições brasileiras e que Flávio Bolsonaro havia alertado sobre uma suposta 'terceira facada' contra seu grupo político.