
Turistas chegam à França em meio à quebradeira dos protestos; governo adota toques de recolher; veja vídeo
A França enfrenta semanas de protestos violentos que provocaram saques e destruição em várias cidades. Nesta segunda-feira (19/10), o primeiro-ministro Sébastien Lecornu pediu aos prefeitos a adoção de toques de recolher parciais para restringir a circulação noturna em áreas específicas. O objetivo é proteger o comércio local, após um fim de semana de extrema violência que afetou cerca de 3 mil estabelecimentos. O governo anunciou um pacote de ajuda financeira de emergência, com redução de jornada e compensação salarial pelo Estado, a partir de terça-feira. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, cancelou viagem a Marselha para coordenar reuniões de crise na capital. Os protestos, motivados pelo alto custo de vida, devem continuar, com novo ato nacional marcado para 31 de outubro e greve geral em 5 de novembro. A Alemanha e a União Europeia manifestaram preocupação com a escalada da violência.
Perguntas frequentes
O que o governo francês decidiu sobre os protestos?
O primeiro-ministro Sébastien Lecornu solicitou aos prefeitos a adoção de toques de recolher parciais para restringir a circulação em determinadas áreas a partir da noite de 19 de outubro. Ele também não descartou um estado de emergência nacional.
Quem é o primeiro-ministro da França citado na notícia?
O primeiro-ministro citado é Sébastien Lecornu, que anunciou as medidas de segurança pública e prometeu resposta judicial contra os responsáveis pela violência.
Quantos estabelecimentos comerciais foram afetados pela violência?
Cerca de 3 mil estabelecimentos comerciais foram afetados pela violência do fim de semana na França, segundo o texto.
Qual ajuda financeira o governo francês anunciou?
O governo anunciou um pacote de ajuda financeira de emergência que permite aos empresários prejudicados aderir a um regime especial a partir de terça-feira, com redução da jornada de trabalho e compensação salarial do Estado.
Por que os protestos na França começaram?
Os protestos foram motivados pelo altíssimo custo de vida, segundo a notícia. O movimento ganhou força com a coordenação dos 'coletes amarelos', que criticou o pronunciamento do presidente Emmanuel Macron.
Quando estão previstas novas manifestações na França?
Os manifestantes convocaram um 'Ato II' nacional para os próximos sábados, incluindo o dia 31 de outubro. Uma frente sindical também planejou uma greve geral para 5 de novembro.
O que o ministro do Interior francês fez diante da crise?
O ministro do Interior, Laurent Nuñez, cancelou uma viagem oficial a Marselha e participará de reuniões de crise na capital francesa imediatamente.
Como a Alemanha e a União Europeia reagiram à situação na França?
A Alemanha expressou preocupação com as imagens de violência e atualizou suas recomendações de viagem, pedindo que cidadãos evitem as manifestações. A União Europeia reforçou o direito ao protesto pacífico, mas repudiou incêndios criminosos e classificou os saques como inaceitáveis.
O que aconteceu em Limoges durante os protestos?
Criminosos incendiaram a prefeitura da cidade de Limoges, na França, conforme citado na notícia sobre a escalada de tensão.