
Moraes arquiva investigação contra Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio por falta de provas
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento de uma investigação que apurava supostos ataques e tentativas de constranger integrantes da Polícia Federal. Entre os alvos estavam os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio, o senador Marcos do Val e o influenciador Ed Raposo. A decisão seguiu manifestação da Procuradoria-Geral da República, que entendeu não haver elementos suficientes para denunciar os investigados. A Polícia Federal havia indiciado os envolvidos por suspeitas de obstrução de investigação e incitação ao crime, com base em dados de redes sociais e mensagens. A PGR concluiu que o material não comprovava atuação coordenada para impedir investigações ou estimular crimes contra policiais. O arquivamento encerra este inquérito específico, mas não impede nova apuração caso surjam novas provas.
Perguntas frequentes
Quem determinou o arquivamento da investigação?
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento da investigação.
Quem eram os alvos da investigação arquivada?
Os alvos eram os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio, o senador Marcos do Val e o influenciador Ed Raposo.
Por que a investigação foi arquivada?
A Procuradoria-Geral da República avaliou que não havia elementos suficientes para apresentar denúncia contra os investigados pelos crimes apurados.
O que a Polícia Federal apontou durante a investigação?
A Polícia Federal apontou suspeitas de obstrução de investigação e incitação ao crime, reunindo informações de redes sociais, mensagens e registros telefônicos.
Qual foi a conclusão da PGR sobre o material reunido?
A PGR concluiu que o material não era suficiente para comprovar atuação coordenada com o objetivo de impedir investigações ou estimular ações criminosas contra policiais.
Quem era o delegado citado no caso?
O delegado Fábio Shor foi citado como alvo de publicações e acusações feitas nas redes sociais.
O arquivamento encerra todos os processos contra os investigados?
Não. A decisão encerra apenas esta investigação específica, mas não impede uma eventual retomada caso novas provas sejam apresentadas.
O que poderia configurar crimes contra a honra no caso?
O Ministério Público considerou que algumas manifestações analisadas poderiam configurar crimes contra a honra, mas seria necessária uma iniciativa dos próprios supostos ofendidos para dar continuidade à apuração.