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“Fedeu pra Boladona”: Justiça abre ação contra Any Margareth e Radar Amazônico por perseguição, calúnia e injúria contra Cileide Moussallem

“Fedeu pra Boladona”: Justiça abre ação contra Any Margareth e Radar Amazônico por perseguição, calúnia e injúria contra Cileide Moussallem

Resumo

A Justiça do Amazonas recebeu uma queixa-crime apresentada pela empresária e jornalista Cileide Moussallem contra a blogueira Any Margareth Soares Affonso, conhecida como "Boladona", e o blog Radar Amazônico. A ação trata de calúnia, difamação e injúria relacionadas a uma publicação que atribuiu a Cileide expressões como "senhora da Fake News" e "Rainha da Fake", além de associar sua imagem a símbolos nazistas. O Ministério Público do Amazonas considerou que a queixa preenchia os requisitos formais e pediu audiência de conciliação, que ocorreu em abril de 2026 sem acordo. Em 30 de julho de 2026, o juiz Túlio de Oliveira Dorinho recebeu formalmente a queixa, apontando materialidade e indícios de autoria. Os acusados foram citados para apresentar resposta em dez dias. Se condenada, Any Margareth pode receber penas de detenção e multa.

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Cargos citados Juiz
Localidades citadas Manaus (AM) Amazonas Brasil

Perguntas frequentes

Quem é Any Margareth, a "Boladona"?

Any Margareth Soares Affonso é uma blogueira conhecida como "Boladona", responsável pelo blog Radar Amazônico. Ela é acusada de perseguição e crimes contra a honra contra Cileide Moussallem.

Quem é Cileide Moussallem?

Cileide Moussallem Rodrigues é empresária e jornalista, CEO do Portal e TV CM7 Brasil. Ela apresentou a queixa-crime contra Any Margareth e o Radar Amazônico.

O que a publicação questionada dizia sobre Cileide Moussallem?

A publicação teria atribuído a Cileide expressões como "senhora da Fake News" e "Rainha da Fake", além de associar sua imagem a frases e símbolos relacionados ao nazismo.

Quais crimes são imputados a Any Margareth?

Any Margareth é acusada de calúnia, difamação e injúria, previstos nos artigos 138, 139 e 140 do Código Penal, com causa de aumento do artigo 141, inciso III.

Quando a Justiça recebeu a queixa-crime?

Em 30 de julho de 2026, o juiz Túlio de Oliveira Dorinho recebeu formalmente a queixa-crime, entendendo haver materialidade e indícios de autoria.

O que aconteceu na audiência de conciliação?

A audiência de conciliação ocorreu em abril de 2026 e terminou sem acordo entre as partes. Com isso, o processo seguiu para análise judicial.

Qual foi a manifestação do Ministério Público do Amazonas?

O MP analisou o processo e considerou que a queixa preenchia os requisitos formais, incluindo procuração específica e custas processuais. Também pediu audiência de conciliação e apuração separada sobre perseguição e símbolos nazistas.

Quais as penas possíveis para os crimes imputados?

As penas básicas são: calúnia, de 6 meses a 2 anos e multa; difamação, de 3 meses a 1 ano e multa; injúria simples, de 1 a 6 meses ou multa. A causa de aumento pode elevar essas penas.

O que acontece após o recebimento da queixa?

Com o recebimento da queixa, os acusados foram citados para apresentar resposta à acusação no prazo de dez dias. Nessa etapa, a defesa pode apresentar argumentos, documentos, provas e indicar testemunhas.

A queixa menciona ligação com o governo de Roberto Cidade?

Sim, o texto afirma que Any Margareth é ligada ao governo de Roberto Cidade, que usaria o blog Radar Amazônico para atacar Cileide Moussallem. No entanto, não há detalhamento sobre essa ligação na ação judicial.