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“Manda o PIX”: MPE aponta mensagens de supostos integrantes da campanha de Roberto Cidade a funcionários da Aadesam

“Manda o PIX”: MPE aponta mensagens de supostos integrantes da campanha de Roberto Cidade a funcionários da Aadesam

Resumo

O Ministério Público Eleitoral investiga mensagens que supostos integrantes da campanha de reeleição do governador Roberto Cidade teriam enviado a funcionários recém-contratados da Aadesam. Nas conversas, eram solicitados dados pessoais, bancários e eleitorais, incluindo a chave PIX. As contratações começaram em julho, após a dispensa de um grupo de trabalhadores, e a Justiça Eleitoral determinou a suspensão das novas admissões e dos pagamentos. Os funcionários recebiam R$ 2 mil, com pagamentos feitos pela empresa KCC, apontada como ligada a um integrante da cúpula da Aadesam. A Polícia Federal realizou operações e apreendeu celulares, computadores e documentos. O MPE pediu o afastamento cautelar do presidente da Aadesam, William Alexandre Silva de Abreu, que aguarda análise do TRE-AM.

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Cargos citados Governador Presidente
Localidades citadas Amazonas Brasil

Perguntas frequentes

O que o Ministério Público Eleitoral está investigando?

O MPE investiga a possível utilização de funcionários recém-contratados da Aadesam em atividades da campanha de reeleição do governador Roberto Cidade. Mensagens de supostos integrantes da campanha pediam dados pessoais, bancários e eleitorais aos trabalhadores.

Quem é Roberto Cidade?

Roberto Cidade é o governador do Amazonas e candidato à reeleição, segundo a notícia. Seu nome é citado como beneficiário da suposta estrutura de campanha investigada.

O que foi solicitado aos funcionários da Aadesam nas mensagens?

Nas conversas, os funcionários eram abordados por pessoas que se diziam da equipe de campanha de Roberto Cidade. Elas pediam informações pessoais, dados bancários, número do PIX, título de eleitor e área de atuação.

Quem são Yano Neves e Lucas Freire?

Yano Neves e Lucas Freire são apontados como supostos integrantes da equipe de campanha de Roberto Cidade. Eles teriam enviado mensagens a funcionárias da Aadesam solicitando dados como PIX e cadastro.

Quando começaram as contratações na Aadesam?

As contratações passaram a ser realizadas a partir de julho, depois da dispensa de um grupo de trabalhadores. A Justiça Eleitoral determinou a suspensão das novas contratações e dos pagamentos.

Quanto recebiam os trabalhadores e quem pagava?

Conforme a investigação, os trabalhadores recebiam R$ 2 mil. Os pagamentos passaram a ser feitos pela empresa KCC, apontada pelos investigadores como ligada a um integrante da estrutura de comando da Aadesam.

O que a Polícia Federal apreendeu nas operações?

Nas operações realizadas por determinação da Justiça Eleitoral, a Polícia Federal apreendeu celulares, computadores e documentos. Os materiais podem ajudar a esclarecer a estrutura investigada.

Por que um computador da Aadesam chamou a atenção?

Um computador do setor de Recursos Humanos teria sido enviado para manutenção no mesmo dia de uma das operações. O equipamento foi localizado na sala de rede da associação e apresentava problemas de sistema; foi apreendido para perícia.

Quem é William Alexandre Silva de Abreu e o que o MPE pediu?

William Alexandre Silva de Abreu é presidente da Aadesam. O Ministério Público Eleitoral pediu seu afastamento cautelar diante de possíveis descumprimentos de decisões judiciais. O pedido aguarda análise do TRE-AM.

Quais determinações judiciais teriam sido descumpridas?

Entre as determinações questionadas estão a suspensão das novas contratações, a regularização de situações de funcionários demitidos, a interrupção de pagamentos e a divulgação das ordens judiciais. O MPE aponta possíveis descumprimentos.